No âmbito de uma transação de capital de risco, é comum que os investidores proponham programas de incentivos dirigidos à equipa de gestão.
Estes programas são concebidos para reforçar o alinhamento entre acionistas e equipa de gestão, contribuindo para que a empresa alcance os seus objetivos estratégicos e financeiros.
Contribuem também para fortalecer o sentimento de pertença e reduzir a rotatividade entre os principais trabalhadores e gestores.
Uma das modalidades mais frequentes é a sweet equity, através do qual gestores e colaboradores podem obter um retorno proporcionalmente elevado a partir de um investimento relativamente reduzido em capital.
Como pode funcionar um modelo deste tipo?
A sweet equity pode representar entre cinco a dez por cento do capital total de uma empresa.
Sweet equity
Os planos de sweet equity são, regra geral, direcionados às equipas de gestão ou a colaboradores que, atualmente, não detêm participações acionistas relevantes na empresa. Estes programas podem ser estruturados de forma mais restrita, envolvendo apenas um pequeno grupo de executivos, ou assumir um âmbito mais alargado, aberto a um número maior de colaboradores, incluindo novos elementos da equipa.
A sweet equity pode representar entre cinco a dez por cento do capital total de uma empresa.
Cada participante no programa tem a oportunidade de adquirir uma parte do capital da empresa para criar um maior sentido de envolvimento. Importa salientar que as participações são frequentemente disponibilizadas em condições mais vantajosas do que as aplicadas ao conjunto dos acionistas, permitindo um potencial de valorização mais elevado. Regra geral, são estruturadas de forma a direcionar uma parcela maior dos ganhos totais em capital para os seus titulares no momento da venda.
Em simultâneo, podem estar associadas a um nível de risco mais elevado, através de uma chamada “taxa mínima”, que tem de ser atingida para que exista direito a pagamento.
Os programas de incentivos podem assumir diferentes formatos, e estamos disponíveis para apoiar a integração destas soluções numa operação, conciliando os interesses de vendedores e investidores.
Quando bem estruturado, um plano deste tipo pode constituir um fator competitivo relevante numa proposta de aquisição.
Sweet equity
Os planos de sweet equity são, regra geral, direcionados às equipas de gestão ou a colaboradores que, atualmente, não detêm participações acionistas relevantes na empresa. Estes programas podem ser estruturados de forma mais restrita, envolvendo apenas um pequeno grupo de executivos, ou assumir um âmbito mais alargado, aberto a um número maior de colaboradores, incluindo novos elementos da equipa.
A sweet equity pode representar entre cinco a dez por cento do capital total de uma empresa.
Cada participante no programa tem a oportunidade de adquirir uma parte do capital da empresa para criar um maior sentido de envolvimento. Importa salientar que as participações são frequentemente disponibilizadas em condições mais vantajosas do que as aplicadas ao conjunto dos acionistas, permitindo um potencial de valorização mais elevado. Regra geral, são estruturadas de forma a direcionar uma parcela maior dos ganhos totais em capital para os seus titulares no momento da venda.
Em simultâneo, podem estar associadas a um nível de risco mais elevado, através de uma chamada “taxa mínima”, que tem de ser atingida para que exista direito a pagamento.
Os programas de incentivos podem assumir diferentes formatos, e estamos disponíveis para apoiar a integração destas soluções numa operação, conciliando os interesses de vendedores e investidores.
Quando bem estruturado, um plano deste tipo pode constituir um fator competitivo relevante numa proposta de aquisição.
Conhecimento
Não nos escondemos atrás de jargão e complexidade. Em vez disso, o nosso objetivo é abrir a caixa negra de M&A, clarificando o caminho com uma visão transparente, simplificando o processo e fornecendo informação de valor.